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Google Ads ou LinkedIn Ads para Gerar Leads Industriais

Google Ads ou LinkedIn Ads? Compare custo por lead, qualidade e segmentação por cargo, e veja em que cenário cada plataforma faz mais sentido na indústria.

Por Equipe Downway 3 min de leitura

Na dúvida entre Google Ads ou LinkedIn Ads, a resposta curta é: o Google captura quem já está procurando, o LinkedIn alcança quem você escolhe pelo cargo, mesmo sem busca ativa. Para a maioria das indústrias, o Google vem primeiro, e o LinkedIn entra quando o ticket é alto e o comprador é difícil de achar por palavra-chave.

Como cada plataforma funciona

No Google Ads, você paga para aparecer quando alguém busca algo como fornecedor de tubos de aço inox. A intenção está na busca. O funil é curto, mas o volume é limitado ao que as pessoas pesquisam.

No LinkedIn, você escolhe o público por cargo, setor, tamanho da empresa e senioridade. A pessoa não está comprando naquele momento. Você interrompe o feed com uma mensagem relevante, e o ciclo de nutrição costuma ser maior.

Comparação por critério

Custo por lead

O clique no LinkedIn costuma ser bem mais caro, geralmente algumas vezes o do Google, e a taxa de conversão do formulário nativo compensa só em parte. Como referência ampla e variável, leads no Google em nichos industriais ficam em dezenas a poucas centenas de reais; no LinkedIn, tendem a ser mais altos. Meça na sua conta antes de generalizar.

Qualidade do lead

Google traz intenção, mas também ruído: estudantes, concorrentes, pesquisadores de preço. LinkedIn traz perfil correto, porém sem urgência. Um diretor industrial que preenche um formulário no feed pode estar só curioso.

Segmentação por cargo

Aqui o LinkedIn vence com folga. Você mira gerente de manutenção, engenheiro de processos ou diretor de suprimentos em empresas de determinado porte. No Google, o cargo não é filtro direto; você depende da palavra buscada.

Volume e escalabilidade

Google escala enquanto houver buscas. Em nichos muito específicos, o teto aparece rápido. LinkedIn permite alcançar uma lista definida de empresas, útil para estratégia de contas-chave.

Quando escolher cada um

  • Produto com busca ativa e ticket médio: comece pelo Google Ads.
  • Produto novo, sem demanda declarada: LinkedIn ajuda a criar interesse.
  • Venda para poucas contas grandes e conhecidas: LinkedIn com segmentação por empresa.
  • Verba menor que R$ 5.000 por mês: concentre tudo no Google primeiro.
  • Ciclo longo e vários decisores: combine os dois, com remarketing.

Cenário de uso combinado

Imagine, como exemplo hipotético, um fabricante de sistemas de dosagem que vende para fábricas de médio porte. O Google capta os poucos que já buscam por dosadores industriais. O LinkedIn alimenta engenheiros e compradores com conteúdo técnico, e o remarketing no Google reforça a marca quando eles pesquisam depois.

Esse arranjo só funciona com rastreamento correto e alguém para qualificar leads. Se quiser montar algo assim, conheça nosso serviço de tráfego pago.

Como decidir com dados

  1. Rode Google Ads por 60 a 90 dias e registre custo por lead qualificado.
  2. Teste LinkedIn por 6 a 8 semanas, com público pequeno e bem definido.
  3. Compare leads que viraram oportunidade, não apenas leads gerados.
  4. Mantenha a plataforma que traz melhor retorno e reduza a outra.

Perguntas frequentes

LinkedIn Ads vale a pena para pequena indústria?

Só se o ticket for alto e o comprador for difícil de achar por busca. Com verba limitada, o Google costuma dar retorno mais rápido.

Qual gera lead mais barato?

Em geral o Google, mas o lead do LinkedIn pode ter perfil mais próximo do decisor. Compare custo por oportunidade, não por lead.

Posso usar as duas plataformas ao mesmo tempo?

Sim, e muitas vezes é a melhor combinação, desde que cada uma tenha objetivo e métricas próprias.

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